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Tudo Sobre Babosa (Aloe Vera)

Para que serve a Babosa?


Aloe vera é conhecida e utilizada pelo homem há mais de 5.500 anos como planta medicinal, conforme registro em papiros egípcios datados de 3.500 anos antes de Cristo. Outros registros de seu uso com fins medicinais e na cosmética são encontrados nas civilizações, árabe, grega, egípcia, romana, asiática e africana. Incluem se aqui as citações bíblicas em Cantares 4:14 e João 19:39, além da história egípcia relatar que suas rainhas Nefertite e Cleópatra u u saram a babosa com grandes efeitos positivos c c omo fitoterápico e cosmético. Outro registro histórico relata que Alexandre, o Grande, teria tomado regiões da África e a ilha de Socotra, no oceano Índico, por existirem grandes quantidades de Aloe vera naqueles locais, que foram usadas para curar os ferimentos de seus soldados. Por seus efeitos biológicos a babosa foi grandemente disseminada pelos continentes, tendo vindo para as Américas a inda com Cristóvão Colombo, onde se adaptou perfeitamente. Na segunda metade do último século as pesquisa desta planta foram intensificadas e muito países, como, os Estados Unidos, França, Alemanha, Itália, Holanda, Japão e China, os quais oficializaram seu uso, tanto externo como internamente. Alem disso, esta espécie é reconhecido n nnnnesses países como um alimento funcional ou complemento alimentar voltado à manutenção ou recuperação da saúde.




O quê é Aloe vera L. (babosa) ?


É uma planta exótica da família das Asphodelaceas, de folhas lanceoladas e espessas contendo em seu interior grande quantidade de mussilagem (baba), flores tubulares amarelas, que é usada para fins terapêuticos há mais de 5.500 anos, incluindo citações bíblicas (Cantares 4:14 e João 19:39). Sua origem é o Nordeste da África e a região do Mediterrâneo. Nas américas foi introduzida por Cristóvão Colombo; no Brasil sua chegada ocorreu na mesma época, e sua adaptação foi tão natural que no Nordeste seu crescimento ocorre espontaneamente. Porém, seu cultivo é possível em quase todas as regiões, inclusive a da grande Florianópolis, onde a NATURAMA, há mais de 10 anos vem cultivando organicamente esta planta.




Qual a importância da Aloe Vera . ?


A NATURAMA sabedora dos benefícios desta maravilhosa planta, buscou informações idôneas que pudessem garantir o seu uso humano. Com isto constatamos que nos últimos 60 nos, os centros de pesquisas e universidades de vários países, concentraram seus estudos em desvendar os segredos da babosa, identificando
assim, em seu GEL (baba), mais de 200 componentes, dentre os quais: cálcio, magnésio, sódio, potássio, selênio e zinco; as vitaminas, A, B1, B2, B3, B5, B6 e C; mono e polissacarídeos incluindo ACEMANANA que é imunoestimulante, segundo Dr. Carol Miller Kent, citado por STEVENS (1999). Possui ainda 18 dos 21 dos aminoácidos necessários ao ser humano, incluindo os 8 essenciais,e mais um complexo de enzimas básicas ao nosso metabolismo. Tais estudos ampliaram largamente os conhecimentos científicos a respeito dos efeitos benéficos da babosa na saúde do homem, os quais a NATURAMA leva até você através de seus produtos.




Quais são estes efeitos?


Os efeitos positivos da Aloe vera podem ser obtidos tanto no uso interno como externamente.




EXTERNAMENTE, além dos cosméticos a Aloe vera pode ser utilizada como: hidratante, adstringente, emuliente, antiinflatório, analgésico e protetor da pele contra os raios UV do sol, imunoestimulante, retardador do envelhecimento da pele, excelente cicatrizante em cortes, ferimentos e queimaduras em geral, auxiliar nos tratamentos de , acne, alergias e picadas de inseto, erupções, edemas, eczemas, manchas, crostas, seborréias, caspa e queda de cabelos, psoríase, erisipela, úlcera varicose, escaras, câncer de pele, herpes simples e de zortes. No momento a NATURAMA está desenvolvendo alguns produtos para uso externo.



INTERNAMENTE, quando eliminamos a casca e a resina das folhas da Aloe vera L., aproveitando apenas seu GEL (baba), conforme a NATURAMA processa seus produtos, então a babosa pode e vem sendo utilizada na forma de bebidas e extratos secos apresentado como alimento funcional ou complemento nutricional, a exemplo do que fazem os americanos, europeus, japoneses e chineses, além de outros povos, onde seu uso interno vem sendo largamente utilizado como coadjuvante nos tratamentos de artrite, artrose, bursite, gota, redução do colesterol e da pressão sangüínea, para regular os batimentos cardíacos, nas disfunções hepáticas, calcificação dos ossos (osteoporose e recuperação das fraturas), controle da acidez gastrointestinal, tratamentos de gastrites, úlceras pépticas e duodenais, congestão intestinal, colite, cistite, fístulas, quistos, flatulência, infecção vaginal e do trato urinário, amenorréia, endometriose, prostatite, fibroma, glaucoma, leucemia, lupus, psoríase, reumatismo, gripes e resfriados, bronquite, sinusite, herpes comum, vaginal e de zortes, diabetes. Porém, seu principal efeito é a desintoxicação do organismo e a imunoestimulação, promovido pelo seu componente ACEMANANA, cuja ação já foi comprovada em portadores de HIV, nos Estados Unidos pela FDA (Food and Drug Administracion). Sua ação coadjuvante nos tratamentos oncológicos tem se revelado de extraordinária eficácia, principalmente na redução dos efeitos colaterais da quimioterapia e radioterapia. Os cientistas que estudam a babosa no mundo inteiro, concluíram que a razão pela qual ela funciona tão eficazmente com grande alcance de seus poderes curativos, é a mistura específica de seus componentes, atuando sinergicamente, e não seus componentes isoladamente.




STEVENS, Neil, O Poder Curativo da Babosa – Aloe vera – Selestial Connection – (Tradução – SCAPIN, S. ) – São Paulo: Madras Editora Ltda, 1.999.

Para ter mais informação sobre a Aloe Vera e a empresa que a revelou para o mundo click no link abaixo.

ESTUDO DA VIABILIDADE&ECONÔMICA DO CULTIVO DA BABOSA (Aloe vera L.)1
Study of economic viability of the Aloe vera L. culture
Dionizio Bernardino Bach2, Marcos Aurélio Lopes3


(Recebido em 26 de abril de 2006 e aprovado em 16 de março de 2007)



Babosa é o nome popular dado a uma planta africana
pertencente à família das Liliáceas e do gênero Aloe, à qual
pertencem mais de 300 espécies, muitas delas utilizadas
em vários países, inclusive no Brasil, para fins medicinais
e na cosmética. Dentre as espécies existentes, as mais
conhecidas são: Aloe socotrina, Aloe arborescens, Aloe
chinensis, Aloe ferox e Aloe vera, sendo essa última, a
mais estudada pelas indústrias alimentícia, farmacêutica,
cosmética e fitoterápica. Ela também é conhecida como
Aloe barbadenses, por crescer, espontânea e
abundantemente, na ilha de Barbados.


O interior de suas folhas é constituído de um tecido
parenquimático rico em polissacarídeos (mucilagem), que
lhe confere uma consistência viscosa (baba), de onde
surgiu o nome de babosa. Nessa mucilagem ou gel
encontram-se seus princípios ativos, que são constituídos
de tecidos orgânicos, enzimas, vitaminas, sais minerais e
aminoácidos, dentre os quais 18 são importantíssimos para
o homem, e desses, sete pertencem aos oito não
sintetizados pelo nosso organismo.


Além desses componentes, a babosa possui
um polissacarídeo chamado acemannan, que,
comprovadamente, é um extraordinário imunoestimulante,
já comprovado nos Estados Unidos pela FDA (Food and
Drug Administracion). Na sua casca, encontra-se a seiva
que é rica em aloína, alantoína e antraquinonas, que são
excelentes cicatrizantes, porém, seu uso interno tem efeito
catártico e para algumas pessoas pode afetar os rins, motivo
pelo qual a casca da babosa ou sua seiva não devem ser
usadas internamente (CREA, 1995).


O uso terapêutico da babosa, data de milhares de
anos, desde os povos antigos, como gregos, judeus,
egípcios, árabes, africanos, europeus e, mais recentemente
povos do continente americano (HEDENDAL, 2001).
A literatura é vasta e com afirmações contundentes sobre
o poder curativo da babosa e suas aplicações na cosmética,
daí o porquê, de sua importância econômica, pois suas
propriedades vão ao encontro de dois fatores fundamentais
do ser humano, e sua qualidade de vida; a saúde e a estética
(vaidade).


Se por um lado os brasileiros não estão
familiarizados com o uso da babosa, além das tradicionais
receitas caseiras para uso capilar; por outro, os europeus,
os japoneses, os russos, os mexicanos e americanos, além
de outros povos, usam a babosa corriqueiramente,
inclusive como saladas, no Japão e no México. Nesses
mesmos países, vários cientistas têm dedicado seu tempo
na busca de descobertas ou confirmações dos poderes de
cura da babosa para muitas enfermidades, principalmente
aquelas de origem degenerativa, como é o caso do câncer,
psoríase, leucemia, lúpus etc... (STEVENS, 1999).


Algumas Notas sobre Aloe Vera

Algumas Notas sobre a Babosa



Beth Lulinski, R.D.


Cathy Kapica, Ph.D., R.D.


Aloé (Babosa), uma planta bastante conhecida, tem uma longa história como um remédio popular para multipropósitos. Comumente conhecida como Aloe vera, a planta pode ser separada em dois produtos básicos: gel e látex. O gel da babosa é a polpa da folha ou mucilagem, uma substância clara e pouco consistente semelhante a uma geléia obtida do tecido parenquimal que compõem a porção interna das folhas [1]. O gel contém polímeros de carboidratos, como glicomanas ou ácido péctico, além de vários outros compostos orgânicos e inorgânicos. O látex da babosa, comumente referido como "suco da babosa", é uma exsudação amarela e amarga dos túbulos pericíclicos logo abaixo da epiderme das folhas. Para uso farmacêutico como laxativo, o suco é frequentemente desidratado para produzir granulos de "aloé" que são marrons escuros pela exposição ao ar. Os termos "gel" e "suco" não são claramente definidos pelos fabricantes e frequentemente são confundidos pelos consumidores.


O processo de separação mecânica nem sempre é completo, assim o látex da babosa pode ser encontrado em alguns gels de babosa. É desejável tornar o gel tão puro quanto possível, porque o látex da babosa contém os glicosídeos de antraquinona aloína A e B, que são potentes laxantes [2]. É difícil manter estável os produtos processados, um problema que pode levar a diferenças na potência do produto. Muitos produtos anunciam procedimentos especiais de estabilização, mas a melhor fonte do gel da babosa seria direto de uma folha partida da planta.


O gel da babosa tem sido usado para o tratamento tópico de feridas, queimaduras leves e irritações da pele. Consumidores americanos estão mais familiarizados com o uso da babosa em produtos de beleza, mas a babosa também pode ser usada como uma bebida. Produtos da babosa para uso interno têm sido promovidos para constipação, tosses, feridas, úlceras, diabetes, câncer, dores de cabeça, artrites, deficiências do sistema imune e muitas outras condições. Entretanto, o único uso interno substanciado é como laxante [3-6]. As antraquinonas e antronas no látex da babosa provavelmente produzem seu efeito laxante por aumentar o peristaltismo colônico e aumentar o conteúdo de água do intestino por abrir os canais de cloro da membrana colônica levando a uma redução em rede da absorção de líquidos pelo cólon [4]. Os glicosídeos de antraquinona alcançam o cólon em sua maior parte indigeridos, ainda que alguma parte seja metabolizada pela enzimas produzidas pelas bactérias intestinais. O resultado inclui fezes mais frequentes com consistência mais macia. Na maioria dos estudos sobre os efeitos laxantes da babosa, a babosa não foi usada sozinha mas em combinação com outros laxantes, como a celidônia ou psyllium. Os efeitos colaterais da babosa podem incluir dor abdominal, diarréia, e desequilíbrios eletrolíticos, especialmente em altas doses.


Poucos estudos têm testado se o uso por via oral da babosa possa influenciar a cicatrização de feridas. Um estudo demonstrou melhora na cicatrização de feridas em camundongos, a qual os autores atribuíram ao aumento do fluxo sangüíneo capilar nas áreas lesadas [7]. Durante os anos 70, dois painéis do FDA concluíram que havia evidência insuficiente de que o gel da babosa fosse útil para tratar queimaduras leves, cortes, ou abrasões, ou para tratar irritação vaginal leve. [8].


Um estudo com 5.000 indivíduos encontrou um efeito positivo em diminuir fatores de risco em pacientes com doença cardíaca. O estudo mostrou que adicionando Isabgol (o qual aumenta o bolo fecal) e gel de babosa à dieta, houve uma redução acentuada nos lipídios totais, colesterol total no soro, triglicerídeos séricos, níveis de açúcar no sangue no jejum e pós-prandial, e um aumento no HDL [9]. Nossa pesquisa no MEDLINE em janeiro de 1998 não encontrou nenhum outro estudo sobre lipídios do sangue, risco de doença cardíaca e babosa. Alguma pesquisa mostrou diminuição do açúcar no sangue no jejum em animais diabéticos que receberam babosa [10-13]. Estudos posteriores são necessários para explorar estas questões em humanos.


Propaganda com alegações falsas para babosa são comuns, especialmente na internet. Algumas páginas estão fazendo alegações atrevidas e usando testemunhos promovendo a babosa para tratar o vírus da AIDS, artrites ou outras condições crônicas e debilitantes [14,15]. Estas alegações não têm sido substanciadas pelos estudos científicos.


A segurança da babosa é outra questão. Estudos de genotoxicidade mostram que laxantes contendo babosa trazem um risco de câncer em humanos quando usado como sugerido [4]. Extrato de babosa pode ser usado oralmente como um suplemento dietético, mas não tem aprovação do FDA para uso como droga [16]. Atualmente, a babosa é um laxante estimulante Categoria I vendido sem receita médica nos EUA, significando que é geralmente reconhecido como seguro e eficaz se usado apropriadamente para este propósito [17]. O FDA recomenda testes posteriores e dados de segurança para babosa. Algumas mortes foram relatadas de pacientes com câncer que foram tratados com babosa por via intravenosa por um médico cuja licença foi subsequentemente revogada [16,18-20]. A injeção da babosa é ilegal nos Estados Unidos, mas pessoas desesperadas podem ir para outros países onde há uma menor regulação para tratamentos não comprovados.




Pontos Chave



O látex da babosa é um laxante estimulante agressivo que tem a aprovação do FDA para o uso sem receita médica nos EUA como um ingrediente laxativo.


Produtos derivados do gel da babosa e que se pretende usar internamente não foram comprovados como eficazes contra qualquer doença.


A eficácia dos produtos de beleza à base de babosa é incerta.




Refêrencias



1. Tyler V. The Honest Herbal: A Sensible Guide to the Use of Herbs and Related Remedies, Third Edition. Binghamton, NY: Pharmaceutical Products Press; 1993.


2. Tyler V. Herbs of Choice: The Therapeutic Use of Phytomedicinals. Binghamton, NY: Pharmaceutical Products Press; 1994.


3. Odes H.S., Madar Z. A double-blind trial of a celandin, aloevera and psyllium laxative preparation in adult patients with constipation. Digestion 49:65-71, 1991.


4. Brusick D, Mengs U. Assessment of the genotoxic risk from laxative senna products. Environmental and Molecular Mutagenesis 29:1-9, 1997.


5. Ishii Y, Tanizawa H, Takino Y. Studies of aloe. V. Mechanism of cathartic effect (4). Biological and Pharmaceutical Bulletin 17:651-3, 1994.


6. Grindlay D, Reynolds T. The Aloe vera phenomenon: A review of the properties and modern uses of the leaf parenchyma gel. Journal of Ethnopharmacology 16(2-3):117-151, 1986.


7. Davis RH, Leitner MG, Russo JM, Byrne ME. Wound healing. Oral and topical activity of aloe vera. Journal of the American Podiatric Medical Association 79:559-562, 1989.


8. Hecht A. The Overselling of aloe vera. FDA Consumer 15(6):26-29, 1981.


9. Agarwal OP. Prevention of atheromatous heart disease. Angiology 36:485-492, 1985.


10. Ghannam N and others. The antidiabetic activity of aloes: Preliminary clinical and experimental observations. Hormone Research 24:288-294, 1986.


11. Ajabnoor MA. Effect of aloes on blood glucose levels in normal and alloxan diabetic mice. Journal of Ethnopharmacology 28:215-220, 1990.


12. Al-Awadi F, Fatania H, Shamte U. The effect of a plants mixture extract on liver gluconeogenesis in streptozotocin induced diabetic rats. Diabetes Research 18:163-168, 1991.


13. Roman-Ramos R and others. Experimental study of the hypoglycemic effect of some antidiabetic plants. Archivos de Investigacion Medica 22(1):87-93, 1991.


14. Premium Aloe Company Web site, June 22, 1998.


15. Nature's Choice Aloe Vera Online Catalog, June 22, 1998.


16. Smith L., Struck D. The aloe vera trail: Investigation of four patient deaths leads officials to company based in Maryland. Washington Post. Oct 11,1997; Sec. C, 1:2.


17. Schultz W. Proposed Rules. Federal Register. Sep 2, 1997; Vol 62(169):46223-46227.


18. Smith L., Blum J. Police probe death of second patient treated by Manassas Doctor. Washington Post. Sept 26, 1997; SecB, 1:2.


19. Smith L., Lipton E. Panel suspends the license of VA physician; Doctor's aloe therapy suspected in 3 deaths. Washington Post. Sept 27, 1997; Sec.A, 1:2.


20. Smith L. Judge rejects case against Doctor's aide; Man allegedly gave aloe vera injections. Washington Post. Nov 18,1997; Sec.B, 3:2.


Sobre as Autoras


Sra. Lulinski é nutricionista.


Dra. Kapica é Professora Assistente de Nutrição e Dietética Clínica na Finch University of Health Sciences/The Chicago Medical School.


Thomas J. Wheeler, Ph.D., e Manfred Kroger, Ph.D., ajudaram a editar este artigo.


Aloe Vera Liliaceae

É comum as pessoas acharem que a Babosa é algo que só se use no cabelo. É engraçado pois eu também achava isso, mas descobri que o beneficios que essa planta traz é inclivel.
Éssa planta não so previne algumas doenças como trata e segundo informações medicas ate cura (alguma doesças).


Nome científico da babosa: Aloe vera L. ex Webb.




Família da babosa, Aloe vera: Liliaceae.



Outros nomes populares da babosa, Aloe vera: aloé vulgaris, aloé barbadensis, caraguatá, erva babosa, aloé perfoliata, babosa-de-botica, babosa-folha-miúda, babosa-de-jardim, caraguatá-de-jardim. Aloes (latim), aloe (inglês, italiano), áloe (espanhol), aloés (francês).
Constituintes químicos da babosa, Aloe vera: polissacarídeo (glucose); prostaglandinas (ácidos gordos cíclicos e oxigenados); outros ácidos gordos (gama-linoleíco); prostaglandinas; enzimas (amilase); antraquinonas (aloína); aminoácidos essenciais (lisina, isoleucina, fenilanina, valina, leucina, mettionina, triptofano e teonina); aminoácidos não essenciais (acido aspártico, ácido glutâmico, alanna, prolina, histidina, serina, glicina, arginina, tirosina); vitaminas (vitaminas A, B1, B5, B6, B12, C, E); sais minerais (cálcio, fósforo, cobre, ferro, magnésio, manganês, potássio, sódio, titânio, zinco, iodo, enxofre, níquel, boro). Barbalodina; aloquinodina; emodina; aloetina; ácido pícrico; resinas.



Propriedades medicinais da babosa, Aloe vera:



adstringente, anestésica, anticancerígena, anti-hemorrágica, antiinflamatório, antioftálmica, antí-prurítico, anti-séptica, antitóxico, bactericida, cicatrizante, colerética, dilatadora capilar, emoliente, estimulante granulatório, fungicida, hidratante, limpador natural, proteolítico, virucida, vulnerária.


Indicações da babosa, Aloe vera: acne, alopecia, aids, anemia, arteriosclerose, artrite, colite, constipação, cancro (de pele, digestivo e do cólon), dermatite, disenteria, doenças dos olhos, dor de cabeça, dor muscular, erupção cutânea, esclerose múltipla, estimulante do crescimento, ferimentos externos, gripe, hipertensão, hidratar a pele, infecção de pele, inflamação em geral, inflamação intestinal, insônia, pé de atleta, problema digestivo, queda de cabelo, queimaduras do sol e do fogo, reumatismo, rins, seborréia, tuberculose, úlceras pépticas e estomacais.



Parte utilizada da babosa, Aloe vera: seiva das folhas.




Contra-indicações da babosa, Aloe vera:



uso interno para crianças, mulheres grávidas, que amamentam, no período da menstruação (provoca congestionamento dos órgãos pélvicos), com inflamações uterinas e ovarianas, predisposição ao aborto, também para aqueles que sofrem de hemorróidas, fissuras anais, cálculos da bexiga, varizes, afecções renais, enterocolites, apendicites, prostatites, cistites, disenterias, nas nefrites. Ter cautela no uso interno, pois em doses acima do normal podem provocar nefrites. O uso externo deve ser preferido. O uso externo da polpa ocasionalmente pode ressecar excessivamente a pele, neste caso é também contra-indicada para tratamento de doenças cutâneas.




Efeitos colaterais da babosa, Aloe vera:




- Ocasionalmente dores abdominais, fortes diarréias (que os defensores do uso afirmam ser o “efeito limpeza”) e, em doses elevadas, pode causar inflamação nos rins.


- O uso interno prolongado provoca hipocalemia, diminui a sensibilidade do intestino, necessitando aumento gradativo da dose, ocasionando o surgimento de hemorróidas. Pode causar irritação dérmica e ocular, além de intoxicação aguda, podendo levar à morte. 8g do pó pode até levar a morte.



- Em doses elevadas podem ocorrer desmaios, hipotensão, hipotermia e nefrite.